FORMOSA: praça ecológica é inaugurada

Publicado em: 10/5/2020

A Prefeitura de Formosa do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e dos
Recursos Hídricos (Semmarh), inaugurou nesta quinta-feira (07/05), de forma simbólica e sem público –
respeitando as medidas restritivas de contenção da propagação do novo coronavírus, a Praça Ecológica da
Santa Cruz, localizada no cruzamento entre a Rua do Cruzeiro e a Avenida Joaquim Augusto da Silva, em
frente a Igreja da Santa Cruz.
O ato oficial foi celebrado pelo prefeito Dr. Termosires Neto, acompanhado do secretário de Meio
Ambiente, Leanderson Barreto, e com a presença de representantes dos moradores daquela área, Arnone e
Valdo; dos vereadores Rosita e Netinho; dos secretários de Assistência Social, Edilberto Barreto, de
Cultura, Luciana Bispo, de Educação, Luzinete Oliveira, de Transportes, Kelcy Marciel Serqueira, e de
Agricultura, Robson Lima.
“É nossa gestão mais uma vez sendo pioneira em Formosa e entregando à população mais um aparelho
público para o encontro das famílias e lazer para todos, especialmente para as crianças. O secretário e
equipe do Meio Ambiente estão de parabéns pelo trabalho sério desenvolvido, conforme o perfil da nossa
gestão que é de cuidar bem da nossa cidade e da nossa gente nas diversas áreas”, disse Dr. Termosires.
Com recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente, a Praça Ecológica da Santa Cruz, um espaço
construído nos moldes sustentáveis, é uma iniciativa inédita em Formosa do Rio Preto e faz parte do
Programa de Conversão de Multas Ambientais implantado pela Semmarh na atual gestão.
O secretário Leanderson explicou que “é firmado um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) entre a
secretaria e o infrator, tudo avaliado pelo setor jurídico, e publicado no Diário Oficial do Município para
garantir o cumprimento da lei e a transparência dos atos públicos. É a empresa multada que faz desde o
projeto arquitetônico até a execução da obra. Nós recebemos o bem pronto e o valor investido tem que ser
comprovado com apresentação de notas fiscais, o dinheiro não entra nos cofres públicos”, ressalta.
Acrescentando também que o “índice de inadimplência no pagamento das multas ambientais é altíssimo e
com a conversão da multa o autuado tem maior interesse em pagar de forma mais rápida por ver o
benefício revertido diretamente para a sociedade”, finalizou Leanderson.

Fotos: Xavier


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