SALVADOR: baixa umidade e poluição agravam doenças respiratórias

Publicado em: 28/1/2019

De acordo com a secretaria municipal de Saúde de Salvador, dados do Ministério da Saúde apontam que 21 mil pessoas foram internadas entre janeiro de 2017 e novembro de 2018, devido a problemas respiratórios. A secretaria informa que a Vigilância em Saúde Ambiental (VISAMB) vem monitorando a qualidade do ar na capital baiana há seis meses, por meio de uma unidade instalada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) San Martin.

Crianças e idosos são os que mais sofrem com problemas como ressecamento dos olhos, boca e nariz. Doentes crônicos também são afetados.

O subcoordenador da VISAMB, Lourenço Ricardo assegurou que até cinco casos por semana, em cada faixa etária, é considerado normal. “Ultrapassando esse parâmetro já é preocupante. Salvador é uma cidade predominante quente, portanto, as condições relativas do ar permitem que os poluentes permaneçam mais tempo em suspensão no ar. Para isso, pretendemos intensificar o sistema de monitoramento para toda a cidade, implantando esse ano ainda mais 05 unidades sentinelas”.

Atividades físicas
A secretaria recomenda que a atividade física seja realizada em locais com menor fluxo de veículos e arborizados. Em alguns casos, o uso de umidificadores e, até à inalação de soro fisiológico pelo menos três vezes ao dia, podem amenizar os efeitos. Evitar os horários de pico do trânsito (7h às 9h e das 17h às 20h) também ajudam.

 

Com informações da Ascom
Foto: ilustração

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